quinta-feira, 1 de setembro de 2011

DEMAGOGIA...



Prefeito interino Arlei fala em "herança maldita" deixada pelo prefeito afastado Jorge Mario, e tenta jogar culpa do fracasso administrativo deste governo nas costas do executivo municipal.

Em entrevista à rádio PMDB e no encontro com presidente da regional do PMDB Jorge Picciane, Arlei fala do medicamentos encontrados na secretaria de saúde, do déficit municipal das contas já empenhadas e que deveriam ser pagas e sobre a ajuda aos aluguéis sociais.

O fato a ser explicado neste momento é o porque, enquanto o edil à frente da câmara dos vereadores,  junto com os demais colegas, não praticaram suas funções de fiscalizar o emprego das verbas recebidas e o controle dos gastos do executivo municipal.   Durante toda a gestão do governo Jorge Mario, Arlei manteve um bom relacionamento com o prefeito afastado inclusive com a indicação de secretários no governo, como foi o ex-secretário de agricultura.

Segundo informações de pessoas ligadas a Jorge Mario, Arlei mantinha dentro do executivo o maior número de funcionários indicados e contratados em cargo de comissão, se comparado com os demais Edis.

Muito me preocupa essa notícia pois mostra claramente como funciona a manobra do poder, em vídeo recente mostrado aqui no blog Arlei claramente agradece ao prefeito Jorge Mario por estar sentado na cadeira de presidente da câmara no dia de sua posse.  

A câmara deixou que Jorge Mario fizesse o que bem entendesse com o orçamento municipal, fecharam os olhos para tudo o que era denunciado e agora tentam de todas as formas dizer a população que a culpa é exclusiva de JM.  Como confiar em alguém cujo, passados dois anos e meio, após sentar-se a mesa e deliciar-se do mesmo manjar, lavar a louça suja,  coabitar das mesmas idéias e princípios, e que agora diz ser diferente?

Há muito o que se discutir em relação ao assunto sucessão política em Teresópolis, a população precisa ser alertada e tomar conhecimento de todos os fatos para não ser envolta novamente por esta DEMAGOGIA...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Visita



CESAR MAIA VISITA TERESÓPOLIS

O ex-prefeito do Rio, e pré-candidato ao senado, Cesar Maia, esteve em visita à cidade nesta segunda, (07), onde firmou apoio aos pré-candidatos, Carlão da Luzágua (dep. federal) e Rodiney (dep. estadual) ambos pelo PSDB. O ex-prefeito ministrou uma palestra sobre economia à dezenas de empresários no auditório da ACIAT. Além dos pré-candidatos estiveram presente, Henrique Carregal (presidente da ACIAT), Mauricio Decarlo, (vice presidente ACIAT) e Igor de Oliveira (presidente do Sincomércio).

Durante a palestra Cesar Maia, falou sobre propostas futuras para o município e também para o estado, Ele ainda citou que o município deve se preparar para colher frutos provenientes dos jogos olímpicos e copa do mundo que serão realizadas no Rio de Janeiro.

Quanto a política local o ex-prefeito fez questão de firmar a importância do município ter um representante local nas duas esferas, (estadual e federal) e narra o fato que para o político se sentir pressionado tem que sentir na pele a cobrança do eleitor. “O político tem que ser cobrado, você tem que ir lá e bater na porta dele e reivindicar as soluções para o município, como é que se cobra um político que mora lá em Petrópolis ou no Rio de Janeiro por exemplo” disparou o ex-prefeito.


Ao final do dia, Cesar Maia, participou de um coffee break, na sede do diretório municipal do PSDB, onde se mostrou muito satisfeito com o encontro, e prometeu voltar a Teresópolis, já em campanha no próximo mês, para uma caminhada junto com os pré-candidatos Carlão da Luzágua (dep. federal) e Rodinei. (dep. estadual).


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Segurança Pública

Segurança Pública

Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.
Os problemas relacionados com o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, a degradação do espaço público, as dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a superpopulação nos presídios, rebeliões, fugas, degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, corrupção, aumento dos custos operacionais do sistema, problema relacionados à eficiência da investigação criminal e das perícias policiais e morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do processo de consolidação política da democracia no Brasil.
A amplitude dos temas e problemas afetos à segurança pública alerta para a necessidade de qualificação do debate sobre segurança e para a incorporação de novos atores, cenários e paradigmas às políticas públicas.
O problema da segurança, portanto, não pode mais estar apenas adstrito ao repertório tradicional do direito e das instituições da justiça, particularmente, da justiça criminal, presídios e polícia. Evidentemente, as soluções devem passar pelo fortalecimento da capacidade do Estado em gerir a violência, pela retomada da capacidade gerencial no âmbito das políticas públicas de segurança, mas também devem passar pelo alongamento dos pontos de contato das instituições públicas com a sociedade civil e com a produção acadêmica mais relevante à área.
Em síntese, os novos gestores da segurança pública (não apenas policiais, promotores, juízes e burocratas da administração pública) devem enfrentar estes desafios além de fazer com que o amplo debate nacional sobre o tema transforme-se em real controle sobre as políticas de segurança pública e, mais ainda, estimule a parceria entre órgãos do poder público e sociedade civil na luta por segurança e qualidade de vida dos cidadãos brasileiros.
Trata-se na verdade de ampliar a sensibilidade de todo o complexo sistema da segurança aos influxos de novas ideias e energias provenientes da sociedade e de criar um novo referencial que veja na segurança espaço importante para a consolidação democrática e para o exercício de um controle social da segurança.
Como afirmou o senador Demóstenes Torres (Democratas-Goiás), Presidente da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), em audiência pública do último dia 13 de abril, na qual se debateu a libertação de um maníaco sexual que sequestrou, matou e violentou (exatamente nesta ordem) entre os dias 30 de dezembro de 2009 e 22 de janeiro deste ano, seis jovens com idades entre 14 e 19 anos em Luziânia, a 196 km da capital Goiânia (DF), que “Prender, também é um ato de democracia, pois livra a sociedade do convívio de bandidos como este maníaco.”

Abraços


Fontes de pesquisa para este artigo:
o Internet: Sites relacionados sobre o assunto.
o Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
o Wikipédia.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

SELVA DE PEDRA

Não sei o que se passa na cabeça do secretário se Meio Ambiente, Flavio Castro, que nos últimos meses vem degradando a cidade, promovendo constantemente corte de árvores no mínimo cinquenárias, de praças e logradouros públicos.

A agressão é tão forte que, dezenas de árvores foram totalmente cortadas, e outras dezenas, foram podadas (se é que da para chamar isso de poda), ficando apenas os "tocos" no lugar de lindas copas.

O interessante é que, um cidadão, que deseja arrancar de sua casa um pé de "bananeira", tem que chamar, a defesa civil, conseguir autorização para a derrubada, retirar uma licença na prefeitura, e ainda, cair nas mãos de profissionais que normalmente são lligados as instituições, e somente estes tem autorização para trabalhar com corte de árvores.

Alô Jorge Mario, vai permitir isto até quando?

JOSÉ SERRA, LIDERA PESQUISAS...

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (21) aponta o candidato do PSDB, José Serra com 36% das intenções de voto e Dilma Rousseff, do PT, com 29%. A pesquisa sobre intenção de votos para presidente foi encomendada pela Associação Comercial de São Paulo e divulgada no jornal Diário do Comércio. Os sete pontos percentuais que os separam eram cinco na pesquisa anterior do mesmo instituto (35% a 30%).

Segundo o jornal, o levantamento mostra os pré-candidatos Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva, do PV, empatados em terceiro lugar, com 8%. Em um possível segundo turno, Serra venceria com 46% dos votos e Dilma teria 37%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de abril com 2002 entrevistados em 141 municípios do País. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: G1.com

Saúde publica

A saúde pública do Brasil

A saúde pública do Brasil tem se revelado de baixíssima qualidade e em quantidade inadequada para atender a população, notadamente, a população pobre. Quantas vezes temos visto pela grande mídia relatos e imagens que nos deixam indignados e revoltados com falta de estrutura física e humana para atender as pessoas? Certamente, muitas vezes. Quem tem um plano de saúde privado passa pelo mesmo problema? O Brasil gasta de forma adequada com a saúde dos brasileiros?
Os gastos com saúde no Brasil são gigantescos, entretanto, a carência de recursos médicos ainda persiste, notadamente nas regiões mais distante dos grandes centros e nas periferias das grandes cidades brasileiras. O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) realizou um estudo no qual comparou os gastos com saúde de diversos países. No Brasil são gastos 7,6% do PIB por anos com saúde, destes, 45,6% é do setor público e o restante corresponde aos gastos do setor privado. Aliás, no Brasil, o setor privado cobre, por meio de planos de saúde, atendimentos avulsos, hospitais e outras formas, cerca de 48 milhões de pessoas, gerando uma receita anual de aproximadamente US$ 27,2 bilhões. Em comparação com outros países, o Brasil está em uma posição intermediária. Os Estados Unidos gastam 15,2% do PIB, sendo 44,6% do setor público; na Alemanha são essas proporções são 11,1% e 78,2%; no Canadá são 9,9% e 69,9%; México são 6,2% e 46,4%; Argentina são 8,9% e 48,6%; no Chile são 6,1% e 48,8%. A média do conjunto dos países da América Latina é de 6,7% do PIB com gastos com saúde sendo que 54,4% deste gasto corresponde ao gasto público, na média dos países considerados ricos tem-se 10,8% do PIB com gastos de saúde com a participação do setor público sendo de 68,2%.
Observa-se dos números acima que nos países mais ricos apesar de a renda média ser muito superior à renda do Brasil gastam em termos percentuais com saúde muito mais que o Brasil gasta. Além disso mais da metade dos serviços médicos é pago pelo setor privado, embora muitos desses gastos privados acabam se tornando do setor público em razão das isenções descontos no imposto de renda. O Brasil gasta mais do que a média dos países da América Latina, entretanto, a participação do setor público é menor. Na comparação com os países ricos, então no Brasil temos consideravelmente menos gastos com saúde (em termos do PIB e de valor absoluto) e muito menos participação do setor público nos gastos totais com saúde.
Isso tem levado ao programa público de saúde, o Programa Único de Saúde (SUS), a atender quase que exclusivamente as pessoas mais pobres, visto que até mesmo a grande maioria das pessoas que trabalham em fábricas e em empresas em geral estão cobertas por algum plano de saúde privado. Ficam para serem atendidas pelo programa do governo as pessoas que não possuem nenhum plano privado, correspondendo geralmente as pessoas desempregadas, as subempregadas, os aposentados e as pessoas empregadas de pequenas empresas. Esse universo de pessoas apesar de constituir em uma grande quantidade tem muito pouca visibilidade e respeitabilidade entre os formadores de opinião e as autoridades responsáveis pela oferta de saúde pública para que suas vozes de reclamos sejam ouvidas por esses. Esse é o principal motivo pelo qual a saúde pública é tão caótica em nosso país, ou seja, as nossas autoridades brasileiras e a sociedade não dão a atenção devida para as pessoas que precisam dos atendimentos médicos do setor público. Quando as próprias pessoas que utilizam a saúde pública se organizarem de forma eficaz e sistemática, criando um movimento firme e forte, então os gastos com a saúde irão aumentar significativamente e a qualidade e a quantidade dos serviços de saúde pública no Brasil aumentaria bastante e as pessoas seriam atendidas com muito mais dignidade e respeito nos hospitais e postos de saúde públicos em todo o nosso país.
A solução não esta criar, simplesmente, mais um imposto para a saúde, como foi o caso do CPMF – que teve quase a totalidade da arrecadação desviada do seu fim único para outras finalidades, extremamente duvidosas –, mas sim, a de aplicar com competência gerencial os recursos provenientes dos já tão elevados impostos que somos obrigados a pagar.
Este é um ano para você escolher as pessoas que irão fiscalizar a aplicação desses e de outros recursos no nosso Estado e no nosso País. Precisamos ter gestores na Saúde Pública que tratem a todos com mais humanidade e respeito. Cabe a você fazer a escolha acertada.
Abraços
Carlos Católico
(Carlão da Luzágua)


Fonte de pesquisa para este artigo:
o Internet: Sites relacionados sobre o assunto.
o Dados do Ministério da Saúde.
o IBGE.

Saneamento Básico e Saúde

Saneamento Básico e Saúde

No dicionário Aurélio on line, o verbo sanear significa tornar são, habitável; tornar apto para a cultura. A expressão SANEAMENTO BÁSICO trata dos problemas relativos ao abastecimento d’água, à coleta e disposição dos esgotos sanitários, ao controle da poluição causada por esses esgotos, à drenagem urbana (águas pluviais) e ao acondicionamento, coleta, transporte e destino final dos resíduos sólidos.
Saneamento básico é fator de proteção à qualidade de vida, sua inexistência compromete a saúde pública, o bem estar social e degrada o meio ambiente. Qualidade de vida e meio ambiente estão intrinsecamente relacionados. É preciso preservar o meio ambiente fazendo-o permanecer salutar.
Logo, não há Saúde sem Saneamento!
Essa situação do setor de saneamento no Brasil tem consequências muito graves para a qualidade de vida da população, principalmente aquela mais pobre, residente na periferia das grandes cidades ou nas pequenas e médias cidades do interior, como é o nosso caso aqui em Teresópolis.Da população diretamente afetada, as crianças são as que mais sofrem, pois, segundo estatísticas que estão sendo feitas desde a da década de 90, 65% das internações hospitalares de crianças menores de 10 anos estão associadas à falta de saneamento básico; a falta de saneamento básico é a principal responsável pela morte por diarréia de menores de 5 anos no Brasil; em 1998, morreram 29 pessoas por dia no Brasil de doenças decorrentes de falta de água encanada, esgoto e coleta de lixo, segundo cálculos da FUNASA realizados a pedido do Jornal Folha de São Paulo; a eficácia dos programas federais de combate à mortalidade infantil esbarra na falta de saneamento básico; os índices de mortalidade infantil em geral caem 21% quando são feitos investimentos em saneamento básico; as doenças decorrentes da falta de saneamento básico mataram, em 1998, mais gente do que a AIDS; a utilização do soro caseiro, uma das principais armas para evitar a diarréia, só faz o efeito desejado se a água utilizada no preparo for limpa.
Resumindo: 15 crianças de 0 a 4 anos de idade morrem por dia no Brasil em decorrência da falta de saneamento básico, principalmente de esgoto sanitário.Isto significa que uma criança de 0 a 4 anos morre a cada 96 minutos em nosso país por falta de saneamento básico, mais precisamente, por falta de esgoto sanitário.
Outros países, principalmente os subdesenvolvidos, também sofrem com este problema. Reportagem publicada em uma das mais importantes revistas semanais brasileiras (Veja, 22/dez/99) mostrou que a falta de saneamento básico ainda atinge uma parcela expressiva da população mundial, com consequências gravíssimas para as crianças, a saber: 1 bilhão de pessoas não dispõem de água potável; 1,8 bilhão não tem acesso a sanitários e esgoto; 8 milhões de crianças morrem anualmente em decorrência de enfermidades relacionadas à falta de saneamento. De lá para cá a situação não melhorou em nada.
Isto representa 913 crianças por hora, 15 por minuto ou uma a cada quatro segundos morrem no mundo por doenças relacionadas à falta de saneamento (índices daquela época).
A coleta, o tratamento e a disposição ambientalmente adequada do esgoto sanitário são fundamentais para a melhoria do quadro de saúde da população do município.Vale destacar que os investimentos em saneamento tem um efeito direto na redução dos gastos públicos com serviços de saúde, segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
Vamos Refletir?
Você sabia que para cada R$ 1,00 (um real) investido no setor de saneamento economiza-se R$ 4,00 (quatro reais) na área de medicina curativa?

Coleta Seletiva do Lixo

Coleta Seletiva do Lixo

A reciclagem tornou-se uma ação importante na vida moderna, pois houve um aumento do consumismo e uma diminuição do tempo médio de vida da maior parte dos acessórios que se tornaram indispensáveis no dia a dia trouxeram um grave problema: qual o destino a dar quando perdem utilidade?
No inicio o os resíduos resultantes da atividade humana tinham como destino as lixeiras ou então aterros sanitários, contudo com o aumento exponencial da quantidade de resíduos e da evolução tecnológica, aliados ao interesse econômico de busca de mais matéria prima de baixo custo, o vulgarmente designado lixo começa a perder o caráter pejorativo do nome e começa a ser considerado como um resíduo, passível de ser reaproveitado.
Com as tecnologias atuais apenas uma ínfima parte dos resíduos urbanos não são passiveis de reaproveitamento, sendo direcionados para unidades de eliminação dos mesmos, normalmente os aterros sanitários. Felizmente a maior parte dos mesmos podem ser destinados ao reaproveitamento, quer seja reciclagem ou outros tipos de reaproveitamento.
A coleta seletiva tem como objetivo a separação dos resíduos urbanos pelas suas propriedades e pelo destino que lhes pode ser dado, com o intuito de tornar mais fácil e eficiente a sua recuperação. Assim pretende-se resolver os problemas de acumulação de lixo nos centros urbanos, e reintegrar os mesmos no ciclo industrial, o que trás vantagens ambientais e econômicas.
Os pontos onde são depositados para a recolha são denominados de lixões ou ecopontos. Estes podem oferecer vários tipos de coletores, de acordo com as especificidades dos resíduos da zona e das respostas de tratamento existentes pela entidade que procede ao seu encaminhamento para os centros de valorização.
A importância da reciclagem do lixo para o meio ambiente está em reduzir a quantidade de resíduos encaminhados ao aterro sanitário com consequente aumento da sua vida útil; reduzir a exploração de recursos naturais; incentivar a participação da comunidade na solução de problemas; reduzir os impactos ambientais durante a produção de novas matérias primas; reduzir o consumo de energia elétrica; reduzir a poluição ambiental; ampliar o desenvolvimento econômico pela geração de novos empregos e renda na operacionalização dos materiais recicláveis e na expansão dos negócios relativos à reciclagem, entre outras.
As vantagens de separar o lixo consistem em ter a consciência de alguns aspectos, dentre eles que: a reciclagem de uma única lata de refrigerante, representa uma economia de energia equivalente a três horas com a televisão ligada; o reaproveitamento de lata rende US$ 30 milhões por ano; uma lata pode resistir cem anos à ação do tempo; reciclar uma tonelada de alumínio gasta 95% menos energia do que fabrica a mesma quantidade; uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores do corte, consome 71% menos energia elétrica e representa uma poluição 74% menos do que na mesma quantidade; uma tonelada de alumínio usado reciclado representa cinco de minério extraído poupado; para cada garrafa de vidro reciclada é economizado energia elétrica suficiente para acender uma lâmpada de 100 Watts durante quatro horas; a reciclagem de 10.853 toneladas de vidro preserva 12 mil toneladas de areia; a reciclagem de 18.679 toneladas de papel, preserva 637 mil árvores; no Brasil, cada habitante descarta 25 quilos de plástico por ano, cinco vezes menos que os americanos, um dos maiores consumidores do mundo; a reciclagem de 6.405 toneladas de metal, preserva 987 toneladas de carvão.
A questão da coleta seletiva do lixo urbano não vem sendo pensada organizadamente no Brasil, e tampouco se tem considerado em conjunto seus diversos aspectos, como por exemplo: a coleta do lixo; a sua disposição final e os eventuais danos ecológicos; a questão social representada pelos “catadores”; a questão sanitária e a reciclagem do lixo, ou seja: o aproveitamento do composto orgânico na agricultura; e o uso, como insumo industrial, dos elementos recicláveis – vidro, papel, plástico e metal. Na maioria das cidades brasileiras, além de o serviço de coleta ser insuficiente, o destino final do lixo é inadequado. Pela própria dificuldade de manejo e alto custo de manutenção, o lixo compromete diretamente o meio ambiente, causando a poluição do solo, do ar e dos recursos hídricos e afeta a condição sanitária da população.
Por tudo isso é que precisamos ter pessoas, em todas as esferas de poder, que estejam comprometidas com um ambiente mais saudável, e protegido contra qualquer tipo de degradação. Afinal este é o planeta que nossos filhos e netos irão viver.

Abraços
Carlão da Luzágua


Fontes de pesquisa para este artigo:
o Internet: Sites relacionados sobre o assunto.
o Ambiente Brasil: www.ambientebrasil.com.br

Pré-candidato Rodiney Gomes Turl (RODINEY TURL)

Rodiney Gomes Turl, nascido em 02 de Julho de 1960 em Teresópolis.

Comecei trabalhar com meu pai quando tinha 10 anos no armazém Flor da Posse, em 1973 tornou-se um supermercado, e em 1983 começamos tambem a trabalhar como atacadista, atendendo as cidades de Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, e Máge.

Em 1984 conquistei o cargo de sócio-gerente junto com meus irmãos, em 1998 foi aberta a segunda loja da rede, no centro da cidade de Teresópolis, e 2002 a terceira loja, também no centro de Teresópolis, e 2008 abrimos mais duas lojas, uma na cidade de Magé e outra no bairro de São Pedro em Teresópolis. E hoje contamos com cerca de 380 colaboradores na nossa empresa.

Formado em ciências contábeis pela FACE/FESO, pós graduado em gestão empresarial pela Fundação Getulio Vargas e graduado em liderança pelo Instituto Haggai do Brasil.

Membro da igreja metodista central de Teresópolis, vice-presidente estadual dos gideões internacionais no Brasil, vice-presidente do sincomércio.

Casado, com Silvia Elaine, pai de Ariane, Thais e Victor e avô de Daniel, Giovana e Anna Luisa.

Com a Graça de Deus tenho prosperado nos negócios, sempre buscando meus sonhos com diligencia e determinação.

Pré-candidato Carlos José Moreira Católico (CARLÃO DA LUZÁGUA)

Carlos José Moreira Católico, natural do Rio de Janeiro, aos sete anos teve seu destino de vida mudado por conta de um acidente de trânsito que vitimou sua mãe.

Como já havia perdido o pai desde os três anos, tornou-se totalmente órfão vindo então residir em Teresópolis como aluno interno no colégio CEM.

Passou a ter como objetivo maior os estudos, a dedicação ao trabalho e a aprender e diferenciar com aqueles que estavam a sua volta o que era certo e errado.

Passados oito anos de internato começou a trabalhar na própria instituição, prestando serviços ao setor de áudio-visual e trabalhando, tambem, como office-boy e na tesouraria durante o tempo em que permaneceu no colégio.

Estando proximo da maior idade legal, ingressou na Faculdade de Administração da FESO, onde se formou.

Após este período conquistou um espaço no comércio da cidade adquirindo a empresa LUZÁGUA. Empresa esta que vem crescendo desde então, consquistando, cada vez mais espaço no comércio.

Casado com a Dra. Marília e pai do Dr. Luís Felippe, conquistou o respeito das pessoas em todos os níveis da nossa comunidade.

Participou do corpo de jurados da comarca de Teresópolis, do Conselho Municipal de Segurança, e é hoje membro do Conselho Consultivo da Beneficiência Portuguesa, Diretor do Sincomércio e Vice Presidente da CDL (Clube Diretores Lojistas ) de Teresópolis.

Esta é a trajetoria de vida de um cidadão simples que viu nas adversidades da vida motivos para lutar e vencer.

Assim é a vida deste empresário que, apesar dos momentos de tristeza e de dor, nunca deixou de ir em frente e buscar a vitória, que hoje está consagrada por sua família, sua empresa e sua vida pessoal, tornado-se um exemplo de vida para muitos.